SOBRE PARCEIROS C-BOX AUTOR
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Apenas o blog de um cara louco e cheio de ideias, tentando um pouco da sua atenção. Um lugar aonde você encontra assuntos abordados de uma maneira simples, rápida e de fácil compreensão. Está esperando o que para começar a ler?


O Clone (Final)








Atenção: Para uma compreensão melhor do fatos descritos a seguir é sugerível antes ler os capítulos anteriores de O Clone, para isso é só clicar no link O Clone (ao lado).

Título: O Clone
Gênero: Ação/Suspense
Contém: Agressão Física

Toda jornada tem um fim. Tudo o que começa um dia tem que acabar. Quanto aos fatos que colocaram Katy e Susan frente a frente não poderia ser diferente. As duas mulheres se dirigiram à fila do almoço em silêncio, olhando bem nos olhos uma da outra, e quando pegaram seus pratos sentaram-se na mesma mesa.
-Quanto tempo, pensei que tivesse morrido- disse Katy.
-Para você ver né, nem todos os sonhos se tornam realidade- Susan respondeu.
-Então cabe a mim torná-lo real.
-Tente.
Katy não perdeu a oportunidade, se jogou para cima de Susan e começou a golpeá-la. Logo se formou uma roda de detentas gritando em volta das duas, as carcereiras tentaram chegar perto das duas mas mal conseguiram passar pela primeira parte da roda. No centro uma briga incrível se desenvolvia soco e pontapés para todos os lados. No último golpe Susan deu um chute no estomago de Katy, a fazendo cair no chão.
Katy sabia que depois de todas as brigas do dia anterior não teria fogo para vencer justamente, então ela pegou uma faca que tinha conseguido esconder e arremessou contra Susan, a faca pegou no ombro ficando quase presa. Susan retirou a faca e a arremessou de volta, mas sua mira não era tão boa e a faca foi parar no rosto de uma outra detenta que caiu morta.
As outras mulheres que assistiam aquilo odiaram ver uma colega morrer por culpa de uma outra mulher que mal conheciam, então começaram a xingar Susan e vieram na sua direção. Susan por sua vez correu empurrando as detentas que estavam na frente até sair daquela roda e depois procurou um lugar aonde tivesse algo para se defender. Logo se lembrou que estavam em um refeitório, e partiu imediatamente para a cozinha, mas assim que chegou la foi empurrada por Katy para cima de um fogão aceso, por sorte ela só queimou o braço. Mas assim que as outras detentas vieram ver o que acontecera pararam com uma feição de medo.
Susan não entendeu por que as mulheres pararam até olhar para seu braço. Por trás da pele toda queimada e derretida surgiu um pedaço de metal reluzente.
Agora tudo fazia sentido ali, Susan entendeu por que não morreu de hipotermia, nem de fome quando fora sequestrada, e também por que os agentes da Tiger não a mataram de uma vez. Ela não tinha sido clonada. Ela era o clone de Susan Hawkins. Aquela Katy que estava diante dos seus olhos era a Susan verdadeira, e ela era só uma cópia barata.
Susan, o clone, caiu no chão olhando para o braço, em sua cabeça as palavras daquele velho que conhecera soava: "O clone não pode nunca saber que é um clone, caso contrário haveriam milhares de maneiras de alguém descobrir isso". Enquanto pensava as outras presidiárias foram chegando na cozinha, mas dessa vez não tiveram medo, começaram a atacar o clone, que permaneceu imóvel até a sua morte.


***


Katy, ou melhor, a verdadeira Susan, foi levada para a solitária. Ela não conseguia entender por que o clone permaneceu imóvel até ser despedaçado pelas presidiárias, ficou meditando naquilo, mas nunca compreendeu.
Passaram-se duas horas até que alguém a tirou da solitária, uma policial robusta a puxou pelo braço e a conduziu pelos corredores. Susan só percebeu que alguma coisa estava errada quando viu que a policial não a estava levando para a sua cela e sim para a saída.
-Conseguiram provar minha inocência?- Susan perguntou.
-Mais ou menos.
-Como assim mais ou menos?
A policial se calou até chegar na porta da frente, aonde a soltou e disse:
-Minha querida, você realmente achou que a Tiger International se deixaria ser pega por uma simples detetive?
-Como assim, eu consegui!-respondeu Susan- Eu peguei todas as provas de que vocês estavam criando mutações humanas para criar um super-soldado e vender para nações em guerra.
-E achou que não sabíamos disso? Desista.
-Nunca.
-Bem, que seja, você vai morrer mesmo.
-Como assim?
-Não percebeu que a sua comida e a comida do clone eram diferente das outras?
Susan parou, ficara tão preocupada em atacar aquele clone maldito que se esquecer desse simples fato.
-Veneno- Susan disse.
-Com certeza, aproveite sua última hora de vida.
Susan não conseguia aceitar que tudo o que fizera fora em vão, mas foi, a sua missão ficaria para outra pessoa resolver. Ela se abaixou, puxou as pernas contra o corpo ficando em posição fetal, e esperou a morte.


Agradecimentos:
Uau! 5 dias, 5 capítulos! Assim acabou O Clone. Espero que tenham gostado, essa foi um pedaço bem pequeno do que esse blog  tem a oferecer.
Eu queria agradecer à todos os meus amigos, da vida real e do diHITT, que me ajudaram e me incentivaram nesse primeiro projeto. é com uma alegria muito grande que dou adeus à esse conto.
Mas não pense que acabou, segunda eu começo a publicar mais duas histórias, de estilos diferentes. O suspense Deadman, e o romance Füher, além é claro de contos curtos que escreverei. Fiquem atentos às novidades.



Um grande abraço e um até mais ver,
Jason S. Krueguer

O Clone (Parte 4)


Atenção: Para a total compreensão dos fatos descritos a seguir é sugerido antes a leitura de O Clone (Parte 1), O Clone (Parte 2) e O Clone (Parte 3).

Título: O Clone
Gênero: Ação/Suspense
Contem: Agressão Física

Katy estava acabada, e sabia disso, sem Susan ao seu lado não poderia mais ir ao prédio da polícia e nem pegar mais informação nenhuma lá. Sua missão parecia ter acabado de vez. Agora ela estava no supermercado, como uma pessoa comum, comprando comida como uma pessoa comum, se o mundo soubesse quem ela era e o que estava fazendo... talvez fosse diferente, talvez.
No corredor de molhos Katy procurava por alguma coisa especial para por em uma macarronada, passava e repassava os olhos pelas prateleiras e não encontrava nada que pudesse lhe saciar até que os agentes da Tiger viessem lhe buscar. No mesmo corredor, mais ao fundo, um velho carregava suas compras e tossia em cima dos produtos, chamando a atenção de todos à sua volta, que iam se distanciando e mudando de corredor com medo do idoso.
Katy se virou para ver o que estava acontecendo e viu que o que ela esperava viera muito mais cedo do que ela percebera. Katy foi ao centro do corredor aonde ficavam à mostra as facas especiais de aço em promoção, ela abriu um pacote e, como o maior cuidado para não se machucar colocou quatro facas na parte de trás de sua calça super-justa ao corpo, logo após foi ao encontro do idoso que se divertia tentando escolher um tipo de macarrão, ela se aproximou do velho e disse:
-Cabelos de anjo ficam muito bom com cogumelos.
-Ah! Oi e... como você diz que se chama mesmo?É... hum...- dizia o velho esfregando as têmporas, até se lembrar- Katy, não é?
-Exatamente!
-Eu tinha uma esposa com esse nome... Mas enfim, como vai você na nova vida longe de seu querido amigo.
-Vai muito melhor do que antes, o que te traz à essa visita?
-Bem, minha amiga, você já deve ter percebido que sua missão acabou, não é? E que agora tudo o que nos resta é descartá-la!
-Tente- disse Katy dando meia volta para sair dali.
-Se eu fosse você tomava muito cuidado com esse mercado, existem muitos pequenos acidentes que podem acontecer aqui. Não gostaria de perder uma amiga tão boa assim.
Katy entendeu o recado, pegou o carrinho de compras, deu meia volta, e começou a andar, agindo o mais normal possível que pode, conforme foi passando pelos corredores pode perceber rostos conhecidos ali. Rostos que a cada corredor a encaravam e a seguiam. Até que um deles realmente teve coragem de agir.
Uma mulher gorda encheu o carrinho de compras com várias latas de óleo e sem querer soltara o carrinho na direção de Katy, que teve milésimos de segundos para reagir, pulou para a direita e viu o carrinho da mulher gorda se chocar contra o dela, amassando-o em várias partes.
Katy não teve tempo nem para descansar, logo em seguida vieram outros agentes em sua direção que começaram a atirar contra ela, que se começou a correr em direção à saída. mas quando chegou lá, percebeu que os agentes estavam lá também. Foi bem nessa hora que uma voz soou nos alto-falantes:
-Atenção senhorita Katy Hawkins, o prédio está cercado, é inútil tentar fugir, entregue-se ou coisas ruins começarão a acontecer com inocentes.
Um silêncio ecoou pelo ar, Susan foi em direção dos dois agentes que cercavam a porta com as mãos na cabeça. Eles deram um sorriso irônico e vieram em sua direção, assim que chegaram bem perto Katy sacou duas das facas que tinha na calça e golpeou um no pescoço. Quando o segundo viu o que acontecera tentou prender as mãos da moça mas teve seus olhos furados por ela.
Rapidamente Katy deixou o supermercado e fugiu, correu em direção ao Ford vermelho estacionado estrategicamente perto da porta, entrou nele e fugiu. Quando olhou pelo retrovisor e viu que não tinha ninguém a seguindo percebeu que algo ruim lhe esperava.

***

Katy tomou uma decisão talvez estúpida, mas era a única a ser tomada. Foi em direção à casa de Susan, pegou algumas roupas, colocou na mala, pegou um de seus vários documentos falsos, algumas armas e munição, e fugiu.
A viajem foi tranquila, ninguém a seguira durante duas horas. Katy estava muito confiante com sua vitória, mas o destino não é tão bondoso assim. Logo mais a frente Katy teve que parar em uma blitz.
O policial a fez parar, e assim que Katy encostou e abaixou o vidro ele disse:
-Você tem os documentos do carro?
-Tenho claro- ela respondeu passando os documentos para o policial que os analizou meticulosamente.
-Você se importa se eu der uma olhada no porta-malas?
-Não, claro.
Katy desceu do carro deu uma volta e abriu o porta-malas, que estava vazio com apenas uma mala pequena.
-Posso dar uma olhada na mala?- o policial falou.
-Claro.
Ele abriu a mala, olhou todos os bolsos e... encontrou algo que realmente não era muito animador para Katy. O policial levantou os olhos, chamou os colegas e disse:
-Sabe moça, recebemos uma denúncia de um Ford vermelho que levaria um carregamento de cocaína para o outro lado do país, e olha que legal o que eu encontrei.
O policial rasgou um pedaço da mala e deixou cair vários blocos de cocaína no chão.
-Isso não é meu!- disse Katy.
-É... nós sabemos que não.

***

Prostituição. Essa fora a acusação que levara Susan para a cadeia. Mas também, uma mulher bonita, quase nua, vestindo apenas um jaleco, pedindo carona para os caminhoneiros que passavam. Era um pouco óbvio que mais cedo ou mais tarde algo parecido aconteceria. Pelo menos foi a polícia que parou para dar carona, Susan tremeu ao pensar em outra pessoa fazendo isso.
Naquele momento Susan estava no refeitório, era horário de almoço e ela não tinha conseguido provar sua inocência até agora. Ela estava  passando pela porta quando avistou um rosto conhecido do outro lado do refeitório. Seu clone. As duas mulheres se entreolharam, sabiam que não tinham mais nada a perder, só ali dentro poderiam resolver aquele assunto, e o mesmo tinha que se resolver ali, agora.

Continua...

Novo Projeto: Füher



Füher é um dos contos que pretendo escrever logo após o término de O Clone, o meu primeiro projeto, ao qual tenho dedicado grande parte do meu tempo. A história de Füher se desenrolará, como vocês devem ter percebido pelo título, na Alemanha nazista, lá Sara ,uma menina criada em uma família ariana tipicamente à favor de Hitler, se apaixonará por Abraham, um judeu que tenta se salvar das garras do governo da época. O romance dos dois colocará em choque toda a sociedade da cidade em que vivem, e terão de testar se o amor realmente resiste à tudo.
Não perca! Füher estreará na terça-feira que vem, nesse mesmo blog.

ATENÇÃO: Eu nunca, never, nie, mai, 決してない, simpatizei ou simpatizarei com o nazismo, ok? E a intenção desse conto é justamente o contrário!

O Clone (Parte 3)


ATENÇÃO: Para a total compreensão dos fatos descritos a seguir é sugerível antes a leitura de O Clone (Parte1) e O Clone (Parte 2).
Nome: O Clone
Gênero: Suspense
Contem: Agressão Física

A Morte pode parecer uma coisa ruim para muitos, mas para Susan, depois de todos os fatos decorridos, seria uma suave e doce solução, mas ela não era tão sortuda assim.
Susan acordou com uma forte dor de cabeça, quando abriu os olhos se viu em uma sala de cirurgia, completamente nua. Ela ficou deitada na cama esperando a dor de cabeça passar, e tomando coragem para enfrentar o que estava por vir. Quando finalmente conseguiu se levantar pode ver completamente o ambiente ao seu redor: era uma sala branca com um grande vidro na lateral, daqueles usados em salas de interrogatório aonde só a pessoa do outro lado te enxerga e você não vê nada; a cama aonde estava sentada era o único móvel ali, e a única saída era uma porta de metal que ficava do lado oposto ao do vidro.
Susan se levantou ainda tonta de onde estava e cambaleou até a porta aonde incessantemente gritou e tentou forçá-la a abrir. Quando suas forças finalmente acabaram ela encostou na parede e desceu lentamente até o chão, de lá pode ver que existia duas câmeras em lados opostos da sala. "Susan, Susan, aonde você se meteu garota..." ela pensava.
Do outro lado da câmera Megan observava a hóspede por televisores, acompanhada de um senhor baixo, idoso e gordo que anotava tudo o que Susan fazia em uma prancheta enorme que tinha em suas mãos. Minutos depois de Susan acordar, Jeremy chegou na sala dos televisores para ver o que estava acontecendo.
-Ela já acordou?- ele perguntou, puxando uma cadeira para se sentar.
-Acordou- Megan respondeu sem desgrudar os olhos da tela-, o que você está fazendo?
-Eu vim ver como nossa amiguinha estava- Jeremy respondeu.
-Você sabe muito bem que você não deveria estar aqui.
-Como não, eu também trabalho aqui.
-Você deveria estar vigiando Susan.
-Eu estou.
-A outra Susan.
-Pois é, eu estou vigiando, só que não posso passar 24 horas grudado nela.
Após essa afirmação Megan saltou de sua cadeira e pulou em cima de Jeremy, com a mesma força e graciosidade de um leão.
-Eu não vou suportar mai escapes, entendeu.
-Você está me machucando- Jeremy falou.
-Eu não vou ficar uma semana correndo atrás de uma policial idiota para depois chegar um projeto de homem que nem você e estragar tudo!- continuou Megan ignorando o que o colega disse.
-Eu acho que você está reclamando com a pessoa errada, que eu saiba você deixou ela escapar, agora sai de cima de mim que você está me machucando.
-Megan!- o idoso disse-, deixe Jeremy em paz.
A mulher obedeceu ao homem sem reclamar, suportando o riso de vitória de Jeremy.
-E Jeremy- continuou o idoso-, volte para a cidade e fique grudado em Susan 24 horas por dia, e saiba que se ela fugir de novo... digamos que teremos mais um corpo para descartar.
-Sim senhor- disse Jeremy se levantando e limpando a roupa suja do chão.

***

Três dias se passaram com Susan presa dentro da sala, ela já havia pensado em vários planos de fuga, mas nenhum tinha a deixa certa para acontecer.
Primeiro pensou em chutar a porta para conseguir quebrá-la, mas assim que seus calcanhares começaram a sangrar ela percebeu que isso seria impossível. Pensou em fugir quando eles lhe trouxessem comida, mas durante três dias eles não lhe trouxeram nada, nem água. Depois pensou em xingar quem estivesse do outro lado da câmera para que lhe descessem e lhe tirassem dali, mas nada aconteceu. Na sua última tentativa fingiu que enlouquecera, começou a quebrar a cama e atirá-la no vidro, cuspiu na câmera, e... nada.
Susan estava a ponto de enlouquecer de verdade quando um ideia brilhante lhe passou pela cabeça.
Megan, por sua vez, nem se comovia, parecia um robô assistindo à tudo - apesar de ter ficado bem tentada à descer quando a seção de xingos e palavrões começou, mas permaneceu firme em seu posto.
Já se fazia três horas desde o último ataque de Susan quando Megan resolveu sair da sala, já ia se levantando quando algo na tela lhe chamou a atenção. Susan pegara a cama para arremessá-la contra o vidro de novo quando caiu e desmaiou.
O velho deu um pulo de sua cadeira começou a gritar:
-Rápido! Rápido! Megan corre! Ela não pode morrer!
Os dois correram até a sala, abriram a porta e encontraram Susan deitada no chão sem consciência, era o que eles pensavam. Assim que chegaram mais perto do corpo Susan se levantou, deu um chute no velho e empurrou Megan contra a parede, e correu para fora.
Ao sair da sala, Susan viu que seu plano não era tão simples assim. O lado de fora da sala era muito parecido com uma área militar, um enorme labirinto! Ela correu por entre os corredores enquanto escutava ao longe vozes gritando seu nome. A única coisa que ela queria no momento era achar um lugar para se esconder.
Após alguns minutos correndo ela encontrou uma sala com a porta aberta, ela correu entrou lá, nem olhou o que tinha dentro, assim que viu um armário correu para se esconder dentro dele, pode parecer estúpido isso, mas funcionou. Algumas horas se passaram e ninguém a procurara ali, teve um momento em que viu um homem entrar na sala, mas o mesmo saiu sem sequer olhar dentro do armário. Susan então percebeu que o lugar estava seguro e então saiu de dentro do armário, olhou em volta do lugar e quase deu um grito ao ver o que tinha ali.
Eram dezenas de pessoas mortas em cima de várias mesas espalhadas por toda a sala que era maior do que ela pensara. Havia todo tipo de pessoas ali, homens, mulheres, crianças, adultos, adolescentes, idosos, negros, brancos, nipônicos, altos, baixos, qualquer tipo de pessoa existia ali, todos mortos em cima daquela mesas.
Susan foi passando por todos as mesas, observando horrorizada tudo aquilo. Ela não conseguia entender por que uma pessoa faria uma coisa daquelas, ela foi passando de mesa em mesa, até que parou em uma que lhe chamou a atenção: um homem loiro, alto, de pele clara que ela rapidamente reconheceu como Steven Morgan, o homem cujo o assassinato ela estava investigando.
-O que você está fazendo aqui?- ela falou se aproximando da mesa.
Ela chegou mais perto dele e tocou seu braço, qual não foi a sua surpresa quando o braço dele caiu, revelando uma estrutura de metal no lugar. Ela se aproximou do corpo e viu o quão estranho era isso.
O homem ali parecia ser um robô, uma cópia idêntica à do falecido, sua estrutura de metal era coberta por uma grossa camada de carne, pele e gordura. Susan estava examinando o braço quando viu um olho entalhado na parte de ferro exposta do robô. Ela reconhecia aquele símbolo, era o simbolo da Tiger International. Então aquela empresa estava realmente tramando alguma coisa, mas para Susan aquilo não fazia sentido nenhum.
De repente Susan escuta passos vindo na direção da sala, ela coloca o braço no lugar aonde estava e se abaixou atrás da mesa. Na sala entraram o velho que acompanhara Megan e um rapaz muito mais novo, aparentando uns 25 anos.
-Então Kevin- o velho discursava enquanto vestia um jaleco e colocava luvas-, o que você queria me dizer?
-Senhor, não encontramos a moça que fugiu do quarto 602- o rapaz respondeu.
-Droga- disse o velho chutando um balde que estava na sua frente-, ela não pode fugir!
-Me desculpe a pergunta senhor, mas por que você constrói esses clones? Só matar seus inimigos não resolve?
-Meu caro Kevin, esses clones funcionam como uma especie de espiões, eles substituem os inimigos, e por meio deles eu fico sabendo o que as outras pessoas estão fazendo.
-Desculpe, mas ainda não entendi.
-Bem, vamos ver... aquele ali- disse eles apontando para o jovem Steven Morgan, e começou a se aproximar da mesa-, esse homem se infiltrou na minha empresa, como a grande maioria aqui, para obter informações, mas eu não sou idiota, eu o subistiuí, e graças ao seu clone eu descobri vários outros investigadores infiltrados e agentes duplos.
-Agora sim, eu entendi.
-Mas ainda existe um detalhe, o clone não pode saber que é um clone.
-Como assim?
-Ele deve ser exatamente igual ao original, cada detalhe, tanto físico como mental, para extinguir completamente as chances do plano dar errado.
A conversa foi se estendendo, e Susan começou a entender o que estava acontecendo ali, ela sabia que se ficasse ali seria morta, então resolveu brincar com a sorte.
Susan saiu debaixo da mesa de Steven Morgan, e deu um soco no idoso, logo após o jovem Kevin tentou atacá-la, mas ela foi mais rápida, pegou o braço de ferro do clone e bateu com ele no homem que caiu sem consciência no chão. Depois virou-se contra o velho e fez o mesmo.
Susan pegou um jaleco que estava em cima de uma mesa vestiu- pois ainda estava nua-, e saiu da sala, dessa vez armada com uma arma que roubara de Kevin. Ela conseguiu passar por vários seguranças sem ser notada, até que enfim chegou na porta.
Quando saiu viu que tudo envolta era neve, provavelmente se saísse morreria de hipotermia. Susan pensou em voltar para pegar algo para se aquecer, mas lembrou que poderia ser pega se fizesse isso. Então Susan resolveu tentar a sorte, de novo, saiu no gelo, completamente desprotegida, provavelmente morreria antes de cumprir sua missão, mas pelo menos teria tentado.

Continua...

Novo Conto: DEADMAN

O Clone (Parte 2)

















AVISO: Para a compreensão total dos fatos descritos nesse conto é sugestivo ler antes O Clone (Parte 1).


Título: O Clone
Gênero: Suspense
Contém: Agressão Física


Susan estava gelada, um vento frio soprava seus cabelos contra o rosto, quando abriu os olhos e viu uma imensa luz branca teve certeza de que estava morta. No fundo de seu coração fez uma prece para que fosse para um lugar melhor e não pior. Logo após que terminou sua prece e abriu os olhos percebeu finalmente que não estava morta, e sim num hospital, a luz nada mais era que uma lâmpada que ficava em cima de sua cama, o vento vinha de um ventilador e o frio vinha do mês.
Já era dezembro, Susan passara dois meses em coma, as folhas que cobriam o chão já haviam se transformado em neve a algumas semanas. Demorou um tempo até que ela se lembrasse do que tinha acontecido, mas quando lembrou tentou se levantar, mas suas costas doíam demais para isso.
Algum tempo depois de acordar uma enfermeira chegou no quarto de Susan e a saudou com um sorriso empolgante dizendo:
- Oh, Meu Deus! Você acordou!- disse ela se aproximando- Você não sabe o que passou, foi uma luta terrível para te manter viva! Mas graças à Deus você está bem! Nós sabíamos que você ia se recuperar bem, mas...- a tagarela enfermeira ia continuar quando percebeu que sua paciente não estava entendendo nada- Desculpe... eu estou muito animada por você ter melhorado.
-Que dia é hoje?- disse Susan após um esforço enorme.
-25!
-25?! Nossa! Eu dormi um dia inteiro!
-Não, você dormiu dois meses inteiros.
Só depois de escutar isso que Susan reparou nos papais-noéis espalhados no quarto. "Dois meses..." ela pensou"..o que será que aconteceu enquanto eu estava fora?". Mas seus pensamentos foram logo respondidos pelo comentário da enfermeira.
-Sua irmã vai ficar muito feliz em saber que você está bem, me espere que vou chamá-la!
"Minha irmã?" Susan pensou "Ela atravessou um continente todo para me ver? Pensei que estivéssemos brigadas".
Logo a enfermeira entrou trazendo pelo braço ninguém mais ninguém menos que o clone de Susan, mas diferente de antes, com uma expressão tão comovente que ganharia o Oscar de Melhor Drama.
-Oh, Susan... que bom que você está bem- disse o clone se aproximando- foi tudo tão difícil, mamãe queria vir, mas eu disse a ela que não precisava viajar de tão longe, ainda mais no estado de saúde dela, ela vai ficar tão feliz!- e após dizer isso se jogou nos braços da "irmã" e sussurrou- Grita que eu te dou um bom motivo para gritar!
Obediente Susan ia concordando com tudo o que seu clone dizia. Pela história inventada pelo clone, ela era irmã gêmea de Susan, Katy, as duas não tinham muito contato, mas assim que soube que a irmã se acidentara na estrada veio correndo para ajudar. Susan estava imóvel na cama, seu corpo ainda tinha as marcas do "acidente", e sentada ali teve tempo o bastante para encarar o inimigo. O clone não parecia assim tão assustador de dia, na verdade ela era só uma pessoa, a noite provavelmente deram um toque sobrenatural aos traços mais fortes do rosto dela, uma das coisas que mais chamava a atenção eram as mãos e as orelhas, os dedos em grande parte não tinham a primeira articulação, e as orelhas eram todas cheias de cicatriz e marcas uma delas que se estendia até o pescoço, o clone parecia ter passado por uma verdadeira seção de tortura. Susan observava e guardava muito bem isso na sua mente, talvez isso lhe seria útil mais tarde.
Logo após a saída da enfermeira Susan teve uma visita, dessa vez de Jeremy. Por mais que se encontrar com um cara que era apaixonado e que não aceitava não como resposta fosse um ruim, para Susan ver um rosto conhecido que não pulasse em cima dela com um revólver já era muito mais que bom.
Jeremy entrou no quarto com um buquê de rosas nas mão cobrindo o rosto, se aproximou da cama e abaixo o buquê falando:
-Surpre...- cortou sua palavra ao ver o clone sentado ao lado da cama, ele engoliu seco, ficou sério e continuou ignorando completamente o que ia dizer antes- fiquei sabendo que você tinha ficado doente, te trouxe isso- e esticou os braços entregando o buque em cima da cama.
Uma atmosfera completamente ruim tomou conta daquele lugar. Jeremy se sentou do outro lado do quarto numa cadeira de plástico e ficou encarando Susan e sua "irmã", por sua vez Katy parecia achar alguma coisa engraçada já que não tirava um sorriso do rosto. Já Susan parecia meio perdida nessa atmosfera, assimilar os fatos estava se tornando cada vez mais difícil para ela, só tinha certeza de uma coisa: o mundo que existia antes do dia 24 de novembro não existia mais, e agora tudo que restara era um lugar completamente cheio de sombras, aode um escorregão a levaria à morte.


***

Segunda-feira, se você acha esse o pior dia da semana se coloque no lugar de Susan: os colegas do Departamento de Polícia lhe preparam uma festa comemorando sua recuperação e ela teria de levar Katy consigo.
Se tinha uma coisa que Susan aprendera com uma semana no  hospital na companhia de Katie era que seu clone só parecia fisicamente com ela, mas tinha um intelecto e uma força imensamente maior que a dela, então lutar contra seu clone sozinha seria uma derrota premeditada, então pensou num plano: pediria ajuda para Jeremy ele com certeza ajudaria nisso, Susan só teria que fazer uma coisa bem simples: convencê-lo da absurda ideia de que ela tinha um clone assassino que a perseguia.
A festa preparada pelos policiais foi a mais terrível que existiu, encarar alguém mentido na sua frente por 3 horas seguidas era um absurdo, e ter que encarar isso com um sorriso na cara então nem se fala... Foram várias tentativas de ficar à sós com Jeremy, mas toda vez Katy a chamava: "Susan prova isso aqui!", "Mana olha essa foto!", "Sue, volta aqui me apresenta seus amigos", a voz de seu clone se tornara um tormento, mas depois de um tempo, em uma brecha mínima Susan consegui ficar à sós com Jeremy. Ela o puxou pelo braço até um lado mais afastado do resto das pessoas que cercavam Katy com perguntas, que por sua vez tentava esticar o pescoço por ângulos impossíveis para vigiar a irmã. Finalmente a sós Susan pode conversar com Jeremy que escutou pacientemente cada pedaço da história, acreditando em tudo sem fazer muitas perguntas.
-E então- perguntou Susan-, você vê alguma alternativa?
-Talvez- o rapaz falou -, tem uma pessoa que pode me ajudar nisso, mas tem que ser hoje.
-Hoje? Como eu vou fazer isso?! Você viu como ela fica no meu pé?
-Na hora do almoço, você vai até o banheiro, entra sozinha e foge pela janela. Eu vou te esperar do outro lado na rua com uma amiga minha.
-Amiga? Mas que amiga?
-Depois eu te falo, lembre-se: almoço, banheiro, janela, beco dos fundos.

***

Às vezes temos a simples sensação de que tudo vai ficar bem, não é? E de repente vimos que não é bem assim...
Susan conseguiu despistar o clone, correu para o banheiro e se enfiou pela janela, descendo até o beco - nunca ela ficou tão feliz por terem colocado uma janela enorme no banheiro feminino. No beco Jeremy já a esperava, sozinho.
-Cadê a sua amiga?- ela perguntou.
-Eu não sei, já era para ela estar aqui a muito tempo- ele respondeu.
Susan já perdia as esperanças quando um Mercedes preto apontou no beco. O carro estacionou o mais perto que podia e de dentro dele saiu uma mulher extremamente magra, branca como se já estivesse morta, com cabelos negros presos em um rabo de cavalo. A mulher se aproximou e disse:
-É ela?
-É ela sim Megan- Jeremy respondeu.
-Então vamos rápido com isso.
Susan já tomava folego para explicar a história quando de repente Jeremy lhe deu um chute na barriga tirando todo o seu ar. A mulher a segurou pelos braços com uma força sobre-humana e aplicou uma injeção no seu braço. Susan se contorceu com a dor, e então sua visão foi ficando embaçada, até que enfim desmaiou.
Jeremy e Megan a pegaram pelo braço e a colocaram no porta-malas do carro.
-Você vem?- a mulher perguntou.
-Não, eles podem sentir minha falta.
Lentamente eles deixaram o beco, e cada um tomou um rumo diferente. Ao chegar na frente do Departamento de Polícia encontrou Katy lhe esperando.
-Aonde vocês a levaram?- ela perguntou.
-Ela não é mais problema seu- ele respondeu.

Continua...

O Clone (Parte 1)


Título: O Clone
Gênero: Suspense
Contém: Agressão Física

Era outubro, as folhas secas combriam completamente o chão, tornando as ruas em enormes tapetes coloridos. O sol se punha num lindo tom de laranja, muitas pessoas se reuniam nos morros para obsevar aquilo. Mas não Susan, ela estava ocupada de mais para isso.
Ela estava numa lanchonete comendo um hambúrguer e sentindo o cheiro de formol em seu cabelo, causado pelas mais de quatro horas que ficou no necrotério em companhia do corpo de Steven Morgan, um jovem que havia aparecido morto na cidade, completamente demembrado e desfigurado. Provavelmente aquele seria mais um caso sem explicação, isso estava acontecendo muito ali. Vários assassinatos estavam ficando sem explicação de uns tempos para cá. Pessoas eram encontradas mortas sem nenhuma pista de quem as matara.
"Eles estão ficando cada vez mais espertos" Susan pensava. 
A cabeça da moça estava completamente cheia, trabalho, casa, essa investigação, e de quebra ainda tinha que encarar as cantadas de Jeremy, seu colega de trabalho. Fazia alguns meses que Jeremy jogava indiretas para ela, e acredite ela tinha vontade morrer a cada vez que ele dizia isso.
Susan estava tão pensativa aquela manhã que quando se deu conta já tinha devorado seu lanche e o sol já havia se posto. Ela rapidamente se levantou da cadeira da lanchonete, pagou o que devia e voltou para casa.
Um dos fatos muito interessantes sobre Susan é que ela odiava vizinhos, por isso arranjou uma casa completamente isolada do resto da cidade, se ela soubesse o que estava lhe esperando aquela noite teria preferido morar em um lugar bem mais movimentado.
Já em casa, sentada no sofá e tomando sua terceira garrafa de café, a moça estava debruçada sobre o notebook pesquisando mais sobre o caso de Steven, para ela nada ali fazia sentido.
Steven era corretor, tinha uma vida normal, família normal, e de repente alguém o mata. Não era um simples assassinato como vemos na TV, ou como quando se reage a um assalto. Não, não era nada disso. Alguém perdera muito tempo desmembrando e desfigurando o rapaz, coisa que um ladrão não faria, então o que teria motivado o ataque? Vingança? Provavelmente, o caso tinha muitos traços que o qualificava assim.
Susan deslizava os dedos sobre os papéis quando encontrou algo que realmente chamou sua atenção: a ficha do lugar aonde Steven trabalhava, com os nomes das pessoas que conviviam com ele, o que ele fazia, seu horário de serviço, etc. Mas não foi nada disso que chamou a atenção. Foi o nome da empresa: Tiger International. Com certeza Susan já tinha visto aquele nome em algum lugar... voltou seus olhos para o notebook e pesquisou o nome no arquivo da polícia. Bingo! Parecia que os assassinatos sem motivo que aconteceram nos últimos meses, todos eles tinham uma ligação com a empresa. Aquilo algo positivo, ela conseguiria resolver não só aquele caso, mas também todos aqueles outros, pelo menos era o que ela pensava.
De repente, a linha de pensamento de Susan foi cortada pelo som da campainha, ela se levantou e foi até a pota. Não havia ninguém. A única coisa perto da casa isolada era um Camaro cinza estacionado à alguns metros. Susan se aproximou e verificou que se tratava do carro de Jeremy. Mas o que ele fazia ali? Ela tentou chamar, mas antes de abrir a boca o carro fugiu. "Será que ele faz isso toda noite?" ela pensou.
Susan voltou para casa e se deparou com o portão da garagem aberto.
- Ei, ei, eu te fechei quando estacionei- disse Susan. Ela encostou o portão, entrou correndo dentro de casa, olhou à volta e não encontrou ninguém, mas algo lhe dizia que alguém estava ali.
Susan correu para o sofá para pegar o revólver que carregava sempre consigo, e para sua surpresa ele não estava ali. Ela se voltou e gritou:
-Quem está aí?
O eco de sua voz percorreu a casa, ninguém respondeu. Ela subiu as escadas em direção ao seu escritório, abaixou um quadro que cobria um cofre, abriu o cofre para pegar sua arma reserva e se deparou com o cofre vazio. Rapidamente ela subiu as escadas, abriu o guarda-roupa procurou suas outras armas que estavam escondidas ali. Não encontrou nenhuma. Só restava mais uma arma: as facas que sua mãe lhe dera antes de se mudar. Ela desceu silenciosamente as escadas em direção à cozinha, que por sua vez estava completamente escura, Susan foi apalpando a mesa até encontrar as facas puxou uma, e quando foi se virar sentiu o cano da arma nas suas costas.
-Não mexa um músculo - uma voz feminina lhe disse, e obviamente ela não obedeceu.
Num movimento rápido Susan se virou, empurrou a oponente no chão e acendeu a luz. Quando moveu os olhos ao encontro de sua rival entrou em estado de choque. Seus músculos paralisaram com a visão que teve.
Aqueles cabelos, os olhos, a boca, tudo que tinha no corpo da assaltante era idêntico ao seu, Susan viu um clone. Perfeita a sua cópia se levantou e se jogou contra Susan que caiu sobre sua própria faca no chão, por sorte a faca não acertara nenhuma parte importante, mas mesmo assim doía. Susan jogou o clone para o lado e correu em direção à garagem. Ao chegar lá pegou o carro e saiu, pelo menos uma coisa o clone não sabia: que ela sempre deixava a chave do carro no carro, ela arrancou com o carro e conseguiu fugir. Pelo retrovisor ela pode ver seu clone gritando ao longe.

***
Susan parou num posto de gasolina, foi à loja de conveniências e comprou os materiais para fazer o curativo, não iria ao hospital, tinha medo do clone a procurar lá. Ela foi ao banheiro do posto e começou seu tratamento. Enquanto ia passando os medicamentos e tentando arranjar uma explicação plausível para o que acabara de acontecer. De repente seus pensamentos foram interrompidos por alguém que chegou, ela olhou no espelho para ver quem era, e se deparou com seu clone com os olhos raivosos se aproximando.
Susan tentou fugir, mas o clone a impediu, e começou sua sessão de pancadaria, primeiro encheu a cara de Susan de socos, e quando a mesma não aguentava mais e caiu no chão o clone começou a chutar a moça.
Quando Susan parecia que ia desmaiar o clone a pegou nos braços e a levou para fora. Susan tentou perguntar para onde ela a estava levando, mas estava cansada demais para isso. O clone a pôs no carro, no banco do motorista e amarrou o cinto de segurança no seu corpo, logo depois foi em direção ao posto e buscou uma pedra enorme, Susan se contorceu e esperou pela pancada na cabeça, mas o clone colocou a pedra sobre o acelerador, e empurrou o carro para a pista se debruçou sobre Susan e disse:
-Vamos ver se você é tão boa assim.
Logo após o clone se levantou e ligou o carro que foi acelerando vertiginosamente, e aos poucos deslizando sobre a pista. Susan sabia o que lhe esperava, com todas as suas forças puxou as pernas para cima do banco e as abraçou em posição fetal, e esperou a morte lenta. O carro foi virando para a direita e caiu num desfiladeiro, e explodiu.

Continua...

O Primeiro Projeto: O Clone

Ola, eu sou Jason S. Krueguer e estou aqui para falar do meu primeiro projeto para esse blog. Mas, antes vou explicar o que esse blog é.
Eu criei o Contos do Universo Paralelo para mostrar os meus contos e histórias que eu criei (para saber como tudo começou vá a página Sobre).
Pois bem, então aí vai o meu primeiro projeto: O Clone. Originalmente intitulada Clonada (achei estranho esse nome depois de tempo por isso mudei), o conto mostra a história de Susan Hawkins, uma detetive da polícia que começa a investigar um estranho assassinato e quando começa a ligar o caso com o nome de uma grande empresa seu pesadelo começa, pois na sua vida aparece uma mulher idêntica à ela só que com uma diferença: uma terrível sede de morte.
Eu vou postar a primeira parte hoje, espero que gostem.




Imagem: Autor Desconhecido.

TOP 5: Melhores Filmes Com Zumbis

Filmes com zumbis estão se tornando cada vez mais comuns nas telonas, e vem sempre com a mesma fórmula para assustar e contar a história de como a humanidade se autodestruiu com um vírus terrível que transformava as pessoas em seres com sede de sangue e carne, a NOSSA carne e o NOSSO sangue. Em meio à tantas repetições tornar-se original é um desafio digno de um mestre, e por isso fiz uma lista dos melhores filmes do estilo mortos-vivos, confira:


#05: EU SOU A LENDA

Will Smith, pelo menos para mim, se tornou sinônimo de filme bem escrito, Eu Sou A Lenda não foge à excessão. Com um roteiro original mostra um lado mais dramático das histórias com zumbis, mais melancólico que os outros da lista. O filme conta a história de um policial que vê o nascimento da cura para a AIDS e logo após assiste a cura se tornar um vírus que dizimou quase toda a população mundial, inclusive a sua família. Mas mesmo assim não se deixa desanimar, e parte em busca da cura para a doença. Ponto positivo para o melhor roteiro do gênero. Pontos negativos por não mostrar nenhum ataque de zumbis e pelo fim.






#04: EXTERMÍNIO

A fórmula seguida por esse filme é o terror agonizante. Conseguiu o 4 º lugar da nossa lista por trazer uma enxurrada de sangue e gritos consigo. Se você tem estômago fraco nem tente assistir. Com uma fórmula mais ou menos original, o filme conta a história de pesquisadores que libertam chimpanzés doentes e raivosos de suas gaiolas, liberando assim o vírus que dominou o planeta todo. Ponto positivo para o roteiro bem escrito. Ponto negativo para os ambientes que tem uma iluminação péssima..




#03: A SAGA RESIDENT EVIL

Para alguns esse deveria ser o número um da lista, para outros esse filme nem deveria estar aqui. Mas a verdade é que Resident Evil é o filme que mais soube aproveitar o tema zumbis, apesar de ter se distanciado bastante da proposta inicial. O filme mostra Alice uma mulher que tem sede de vingança pela Umbrella Corporation, que dizimou quase a população toda da terra quando por acidente deixou escapar um vírus que transformava todas as pessoas em zumbis. Pontos positivos pelas sequências de lutas contra zumbis muito originais e incríveis e também pelos ambientes em que a história se desenrola. Ponto negativo por ter se distanciado tanto do gênero zumbi, quem assistiu o último filme da série percebeu que os zumbis não passaram de meros figurantes. Em caráter visual Resident Evil com certeza é o melhor filme de zumbis que existe, mas pelos problemas já descritos fica mesmo é com o nosso 3º lugar.





#02: ZUMBILÂNDIA

Zumbilândia é um filme de terror-comédia que oscila entre o engraçado e o nojento. O filme mostra um menino tímido e covarde que se vê em um mundo devastado por um vírus que dizimou a humanidade, ele tenta voltar para casa e conhecer seus pais, no caminho encontra um roqueiro doido por bolinho e maníaco por assassinar zumbis, a garota dos seus sonhos e a irmã dela. Ponto positivo para a sequência final do parque de diversões. Ponto negativo por alguns trechos sem noção como quando um dos protagonistas assassina centenas de zumbis com pouquíssimas balas.




#01: REC

REC ganha o primeiro lugar dessa lista por trazer aquilo que realmente importa em filmes de zumbis: medo, sangue e personagens histéricos. A franquia que está ganhando muito nas telonas traz elementos já conhecidos abordados de uma maneira diferente. O primeiro filme mostra uma repórter que está fazendo uma reportagem no corpo de bombeiros e vai com eles a tender um chamado em um prédio no centro da cidade, quando chega lá encontra o pesadelo zumbi a lhe esperar. O segundo filme se passa logo após 15 min do término do primeiro e mostra uma equipe de policiais que vai investigar o que esta acontecendo. Ambos os dois filmes são gravados no estilo Atividade Paranormal e A Bruxa de Blair, no primeiro são mostrados os registros do câmera da repórter, no segundo o da câmera dos policiais. O terceiro filme da série que chegará aos cinemas em 2012 é diferente por não ser gravado por um câmera dos personagens, é normal como os outros da lista, mas a inovação está no ambiente em que se passa. Com o tema "O que poderia dar errado no melhor dia da sua vida" REC 3: Genesis trará os zumbis para dentro de um casamento! O trailer saiu essa semana e vai logo abaixo. Pontos positivos para o roteiro que te deixa pregado na tela até o último minuto e pelas cenas agoniantes. Ponto negativo para o final do primeiro filme.